sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Revista .net Magazine 90


Nesta edição damos destaque ao MEF (Managed Extensibility Framework), um framework para criação de aplicações extensíveis de forma padronizada e fácil, baseando-se no conceito de plugins. Plugins podem ser adicionados a um projeto principal e este projeto pode localizar e executá-los, sem a necessidade de alteração ou recompilação de código, mesmo se um novo for adicionado.
O MEF fornece um mecanismo simples para a criação de aplicações extensíveis e oferece um conjunto de APIs para descoberta e composição dessas partes (plugins) de um sistema. Antes do MEF, qualquer aplicação que quisesse implementar um modelo de plugin, necessitava montar tudo manualmente, utilizando frameworks de injeção de dependências como o Unity, ou através de reflection. Não havia um meio padronizado para criação de aplicações plugáveis.
O MEF veio endereçar problemas como: Criação de um mecanismo padrão para o desenvolvimento de aplicações extensíveis; Localização e carga de extensões em tempo de execução com recursos de pesquisas avançadas.
O MEF permite com isso a criação de aplicações tendo objetos com baixo acoplamento entre si, porém criando arquiteturas extensíveis, graças a aplicação de uma famosa boa prática. Um dos princípios de orientação a objetos é o Open Closed Principle, ou seja, aberto para extensão e fechado para mudanças. Atingindo este objetivo, há redução significativa da probabilidade de inserir bugs em aplicações que já funcionam. O MEF é o framework que possibilita criar uma aplicação aberta para extensão, e fechada para mudanças, fornecendo um padrão único, de fácil entendimento e extrema facilidade de utilização. 

Lista completa de artigos e vídeos da edição:

Workflow Services
Utilizando WCF e Workflows para a automação de processos de negócio
Renato José Groffe

Trabalhando com jQuery e ASP.NET
Everton Coimbra de Araújo
Fábio Augusto Pandolfo
Esmael Somenzi

Desvendando o Full-text Search no SQL Server 2008
Danielle da Silva Monteiro

Mergulhando no MEF
Crie aplicações inteligentes, extensíveis e desacopladas com Microsoft Extensibility Framework
Cadu Souza

Veja nesta vídeo aula como utilizar o MEF para criar um cadastro com carga dinâmica de módulos
Guinther Pauli

Geração automática de testes numa abordagem TDD
Fabio Gouw

Veja nesta vídeo aula como criar testes em aplicações ASP.NET
Rodrigo Araujo

Limites limpos e dependências controladas com Facade e IoC
Técnicas de arquitetura e ferramentas para desenvolver aplicações duráveis, testáveis e mais fáceis de manter
Marcelo Palladino

Boas Práticas com C# e .NET Framework – Parte 1
Vladimir Rech

Veja nesta vídeo aula como utilizar Classes, Interfaces, Herança e Composição em C#
Guinther Pauli

WCF e NHibernate 3.0
Exemplo prático de utilização
Paulo Tokiyoshi Yamauti






terça-feira, 25 de outubro de 2011

Revista Easy .net Magazine 16


Uma boa dica para quem está iniciando em .net é a revista digital Easy .net Magazine, da DevMedia. Todos os artigos, exemplos e vídeo-aulas são especialmente elaborados para facilitar o aprendizado, tornando simples até mesmo para aqueles desenvolvedores que nunca tiveram contato com a plataforma da Microsoft. Entre os temas abordados pela publicação e pelas 120 videos-aulas que acompanham a assinatura da revista estão a utilização do ambiente de desenvolvimento do Visual Studio (IDE), programação com a linguagem C#, desenvolvimento com tecnologias Web como ASP.NET, jQuery, AJAX, ASP.NET MVC, além de WebMatrix, Silverlight, Cloud Computing com Windows Azure, WPF, WCF, entre muitos outros. Para os não iniciantes a dica é a.NET Magazine.

Lista completa dos artigos da edição:

Introdução à LINQ – Parte 2
Usando LINQ com XML
Renato José Groffe

Introdução ao Data Binding no WPF
Fabio Rosa

Crie uma aplicação completa passo a passo com C#, Visual Studio e ASP.NET – Parte 7
Guinther Pauli

Vídeo – “Veja nesta vídeo aula como configurar um BD no SQL Server para uso com ASP.NET Application Services”
Guinther Pauli

Avançando com WCF
Como publicar e configurar um serviço
Vladimir Rech

Vídeo – “Veja nesta vídeo aula como construir servidores WCF Data Services”
Guinther Pauli

Leia agora a edição digital

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Revista ClubeDelphi 134

Existe uma boa prática que é comum a grande maioria de tipo de software: separar a interface de usuário da lógica de negócio. Os usuários de um sistema interagem com o mesmo pela camada de apresentação (Presentation Layer, UI), nela estão os controles e componentes visuais necessários para apresentação e solicitação de informações. Essa camada por sua vez se comunica com uma camada de serviço, que simplifica para a UI as rotinas através da criação de um API que abstraia um processo maior que envolva outras ações. Assim, a interface acessando apenas os serviços, a implementação desses serviços pode mudar sem necessariamente exigir mudança na UI. É muito importante que o código dessas camadas não se misture. Como a lógica da interface não está codificada e amarrada nos controles visuais utilizados, pode-se facilmente trocar esses controles sem influenciar o funcionamento de uma tela ou página por exemplo. Outro ponto favorável é a possibilidade de se testar a aplicação de forma automatizada. Ao fazer a separação é possível testar o comportamento da UI sem ter a necessidade de executar o software propriamente dito. Mas, existe um porém. Ao separar de forma correta não só a camada de interface, mas todas as camadas lógicas necessárias, há um aumento na complexidade do código, o que pode ser um problema para o entendimento do todo por parte de desenvolvedores menos experientes. Para alcançar essa separação vários estudos ao longo dos anos foram feitos. Esses estudos e implementações levaram à criação dos chamados Padrões de Projeto. Um padrão de projeto é uma solução para um problema recorrente. A separação da camada de interface é um problema recorrente em todo software. Assim, foram desenvolvidos alguns padrões que cuidam disso, os mais conhecidos são: Model-View-Controller (MVC) e Model-View-Presenter (MVP). Esses são padrões bem genéricos, que podem ser implementados em qualquer tecnologia, já que um padrão não define código e sim, a forma como solucionar o problema. O WPF surgiu como base para desenvolvimento de aplicativos Windows e que gradativamente vem substituindo a plataforma anterior, o Windows Forms. Com o WPF novos recursos foram criados, de tal forma que eles poderiam ser utilizados para facilitar a separação de código. Assim surgiu o padrão Model-View-ViewModel ou simplesmente MVVM, que nada mais é do que um padrão de separação de interface que faz uso dos recursos do WPF e mais recentemente do Silverlight. Nesta edição, você conhecerá cada um destes padrões, bem como construir um exemplo prático utilizando o Delphi, na matéria do Fabrício Kawata.

Lista completa de artigos da edição:
Efeitos Gráficos Melhorando a aparência das aplicações com Delphi
Jederson Zuchi

Criando uma deskbar
Aplique POO e refatoração
Vitor Luiz Rubio

Os padrões de arquitetura MVC, MVP e MVVM
Fabrício Hissao Kawata

VÍDEO – “Veja nesta vídeo aula como utilizar o padrão MVP com ASP.NET no Delphi Prism”
Guinther Pauli

Padrões de Projeto - Façade e Strategy
Renato Jose Groffe

POO - Dominando o uso de Interfaces
Vitor Luiz Rubio

VÍDEO – “Veja nesta vídeo aula como simular herança múltipla em Delphi usando o recurso avançado de implementação de interfaces por delegação”
Guinther Pauli

Clique aqui para acessar a versão digital

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Oportunidade de Emprego Desenvolvimento .NET em Santa Maria - RS

O amigo Mauricio Lacerda, supervisor de desenvolvimento da TellFree de Santa Maria - RS, enviou uma oportunidade para divulgação aos interessados, segue abaixo.

Prezados, boa tarde!

Solicitamos a gentileza de encaminhar a oportunidade abaixo ou nos fornecer indicações.

A empresa TellFree Comunicações Unificadas abriu processo seletivo para a unidade de Santa Maria/RS.

Programador .NET Pleno (2 VAGAS)
Requisitos Técnicos:
Conhecimentos em C#
Conhecimentos em ASP.NET
Conhecimentos em padrões Web
Conhecimentos em MySQL
Salário e Benefícios:
Salário entre R$ 2.066,64 e R$ 2.555,25
Vale Transporte
Vale Alimentação R$ 150,00/mês
Vale Refeição R$ 20,00/dia
Plano Odontológico
Plano de Saúde

Estágio para área de teste e qualidade (1 VAGA)
Requisitos Técnicos:
Conhecimentos acadêmicos
Facilidade na escrita de documentação
Execução de testes funcionais
Salário e Benefícios:
Bolsa entre R$ 701,00 e R$ 936,00
Vale Transporte
Vale Refeição R$ 16,00/dia
Vale Alimentação R$ 112,50/mês
Plano Odontológico

Interessados devem enviar currículo profissional para mauricio.lacerda@tellfree.com.br.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Revista Easy .net Magazine 15


A Easy .net Magazine é uma revista especializada, única no mercado, voltada para os leitores, profissionais, estudantes e desenvolvedores que estão iniciando na plataforma .net da Microsoft.

Lista completa dos artigos da edição:

Introdução ao WCF
Vladimir Rech

Entendendo a Orientação a Objetos
Alexandre Tadashi Sato

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula um comparativo entre polimorfismo e delegates na POO com C#
Guinther

Crie uma aplicação completa passo a passo com C#, Visual Studio e ASP.NET – Parte 6
Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como usar recursos de Web Site Map, Roles, Access Rules e Security Trimming em aplicações ASP.NET
Guinther
  
Introdução à LINQ
Usando LINQ com Objetos
Renato José Groffe



Revista Easy .net Magazine 14


A Easy .net Magazine é uma revista especializada, única no mercado, voltada para os leitores, profissionais, estudantes e desenvolvedores que estão iniciando na plataforma .net da Microsoft.

Lista completa dos artigos da edição:

Web Services com .NET Framework
Vladimir Rech

Introdução ao Silverlight
Alexandre Tadashi Sato

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como utilizar Behaviors, Timelines e Animações em Silverlight
Guinther

Crie uma aplicação completa passo a passo com C#, Visual Studio e ASP.NET– Parte 5
Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como utilizar filtros em memória com DataSets
Guinther

Aplicações Web Modernas
Javascript, jQuery e AJAX
Felipe Pedroti Raymundo


Revista Easy .NET Magazine 13


A Easy .net Magazine é uma revista especializada, única no mercado, voltada para os leitores, profissionais, estudantes e desenvolvedores que estão iniciando na plataforma .net da Microsoft.

Lista completa dos artigos da edição:

Strings
Manipulação de Strings com C#
Alexandre Tadashi Sato

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula importantes fundamentos sobre os tipos de dados na plataforma .NET
Guinther

ASP.NET
Como criar aplicações com suporte a vários idiomas
Vladimir Rech

C#, Visual Studio e ASP.NET
Crie uma aplicação completa passo a passo – Parte 4
Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como utilizar parâmetros com DataSources no ASP.NET, incluindo Control, Cookie, Profile, Session, QueryString e Route
Guinther

ASP.NET MVC
Primeiros Passos
Felipe Pedroti Raymundo

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula os fundamentos do desenvolvimento Web com ASP.NET MVC 3 e Visual Studio 2010
Guinther

C#
Programação Orientada a Objetos
Adail Muniz Retamal e Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula como trabalhar com classes abstratas, concretas e interfaces com C#
Guinther



Revista Easy .NET Magazine 12


A .net Easy Magazine é uma revista especializada, única no mercado, voltada para os leitores, profissionais, estudantes e desenvolvedores que estão iniciando na plataforma .net da Microsoft.

Lista completa dos artigos da edição:

WP7
Ciclo de vida da aplicação
Alexandre Tadashi Sato

C#
Extension Methods
Vladimir Rech

C#, Visual Studio e ASP.NET
Crie uma aplicação completa passo a passo – Parte 3
Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula como trabalhar com recursos básicos e avançados do DataList do ASP.NET
Guinther

Mapeamento O/R com ADO.NET Entity Framework
Uma forma simples de acesso a banco de dados, usando princípios de orientação a objetos
Felipe Pedroti Raymundo

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula o que são delegates, métodos anônimos e lambda expressions
Guinther

C#
Programação Orientada a Objetos
Adail Muniz Retamal e Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula como trabalhar com classes abstratas, concretas e interfaces com C#
Guinther


Revista Easy .NET Magazine 11

A .net Easy Magazine é uma revista especializada, única no mercado, voltada para os leitores, profissionais, estudantes e desenvolvedores que estão iniciando na plataforma .net da Microsoft.


Lista completa de artigos e vídeos da edição:


C# - Generics
Manipulação de coleções
Alexandre Tadashi Sato

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula como trabalhar com coleções genéricas no .NET através de List e qual a diferença e vantagens para coleções simples como ArrayList
Guinther Pauli

Entre Bits e Bytes
A importância dos bits e bytes para a computação
Elemar Júnior

C#, Visual Studio e ASP.NET
Crie uma aplicação completa passo a passo – Parte 2
Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula como trabalhar com reaproveitamento de código no ASP.NET, através de User Controls, MasterPages e Web Custom Controls
Guinther Pauli

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula um dos principais fundamentos das aplicações ASP.NET, que diz respeito ao gerenciamento de estado na Web, estudando ainda como funcionam aplicações state-less
Guinther Pauli

ADO.NET
Como obter melhores resultados no acesso a banco de dados
Vladimir Rech

VÍDEO
Veja nesta vídeo-aula como usar várias formas de acesso a dados no .NET Framework, como SqlDataSource, ADO.NET Entity Framework, ADO.NET clássico, TableAdapters e Datasets, DAL - Data Access Layer, ObjectDataSource, LINQ to Entities
Guinther Pauli




Revista ClubeDelphi 133


Conceber aplicações de software bem estruturadas e flexíveis a mudanças tem sido um dos grandes desafios impostos à área de desenvolvimento de sistemas no decorrer dos anos. As organizações estão cada vez mais sujeitas a transformações repentinas e de profundo impacto. Isto acaba por exigir dos profissionais de Tecnologia da Informação uma resposta rápida ao atendimento de novas demandas ou, ainda, à adaptação de soluções pré-existentes.
Prazos exíguos, equipes reduzidas, falta de planejamento, inexistência de uma modelagem para a solução a ser entregue, dentre outros aspectos, quase sempre resultarão em codificação de baixa qualidade para a solução que será obtida. Isto pode se constituir, futuramente, num verdadeiro pesadelo em situações que exijam adaptações de funcionalidades já criadas anteriormente.
A utilização da técnica de desenvolvimento em camadas, prática amplamente difundida no mercado, procura fornecer meios para a criação de aplicações mais flexíveis. Entretanto, a simples utilização deste tipo de abordagem não garante por si só resultados positivos. Ainda existirá a possibilidade de se chegar a um produto que faz uso de classes de objetos com um alto grau de acoplamento; com isto, ajustes que na teoria seriam simples levam a mudanças drásticas em todo um software, aumentando ainda a chance de se introduzirem erros inesperados na solução. A Injeção de Dependência auxilia a resolver esse dilema, desacoplando as camadas criadas.
Primeiramente, deve-se levar em conta que a Injeção de Dependência (DI, do inglês Dependency Injection) é na verdade, uma aplicação específica de um conceito mais abrangente conhecido como Inversão de Controle (IoC, do inglês Inversion of Control).
A Inversão de Controle é uma técnica na qual um objeto delega a execução de uma atividade a outra classe, ao invés de tentar controlar diversos aspectos que fugiriam do objetivo inicial para o qual havia sido definido. Esta característica é particularmente importante, já que permite o desenvolvimento de classes com um maior grau de coesão, visto que não acumulam um grande número de responsabilidades, o que do contrário dificultaria a manutenção futura das mesmas e resultaria em um software mais propenso a falhas.
O uso de injeção de dependência também é uma forma de se aplicar o conceito de inversão de controle. Neste caso ao invés de um objeto instanciar todas as classes das quais depende, o mesmo delega a outro mecanismo esta tarefa (container). Ao se optar pela utilização de um container o mesmo será responsável pelas seguintes atividades: Analisar de quais tipos de objetos uma classe depende; Criar os objetos a serem consumidos; Associar as instâncias de objetos criadas à classe consumidora, sendo que a isto se chama “resolver” as dependências.
Dentre as vantagens da adoção de um framework de injeção de dependência, merece ser destacado: Foco no desenvolvimento voltado ao uso de interfaces, com a obtenção de aplicações em que os componentes tendem a ser mais coesos, além de estarem fracamente acoplados entre si, já que o conceito de Injeção de Dependência privilegia o desenvolvimento de software em camadas; Flexibilidade diante da necessidade de mudanças, devido à redução na dependência entre as partes que constituem uma aplicação; O desenvolvimento de software seguindo boas práticas, uma vez que os conceitos de Inversão de Controle e Injeção de Dependência promovem o uso de patterns amplamente difundidos e utilizados com sucesso pela comunidade de desenvolvedores; Evita-se a duplicação de código instanciando classes e que estaria espalhado por toda uma solução.
          Inversão de Controle e Injeção de Dependência são os temas de destaque desta edição da ClubeDelphi, que você vai poder conferir no artigo do Rafael Stavarengo.

Lista completa de artigos da edição:

Data Binding no WPF com Delphi Prism
Fabrício Hissao Kawata

Bancos de Dados Gratuitos – Parte 3
Vitor Luiz Rubio

Utilizando diagramas UML no Delphi XE
Fabrício Hissao Kawata

Criando controles visuais no Lazarus e no Delphi
Felipe Monteiro de Carvalho

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como criar Web Controls em Delphi Prism
Guinther Pauli

Inversão de Controle e Injeção de Dependência
Rafael Stavarengo

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como trabalhar com Injeção de Dependência em Delphi Prism
Guinther Pauli

Usando o Padrão Singleton
Vitor Luiz Rubio

Delphi Prism vs. Delphi Win32
Conhecendo as diferenças e incompatibilidades entre as linguagens
Rodrigo Araujo

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como trabalhar com métodos de extensão no Delphi
Guinther Pauli



Revista ClubeDelphi 132


Nesta edição trazemos uma matéria especial para os desenvolvedores Delphi, sobre o que há de novo da Nota Fiscal Eletrônica 2.0, bem como o suporte do mais popular conjunto de componentes para Delphi, o AcbrNfe. A  NFE é um projeto que foi instituído pelo governo federal há um bom tempo, facilitando a vida das empresas na redução de papéis armazenados e também uma maior interação entre sistemas. A nota fiscal eletrônica vem evoluindo gradativamente para tentar cobrir o maior número possível de operações, e também embutir as regras de negócios na própria validação da nota. No artigo do Jederson Zuchi, o leitor verá o que há de diferente em relação à sua versão anterior e como os desenvolvedores Delphi podem utilizar mecanismos já prontos – componentes – para agilizar uma solução para seus clientes.
O Fabrício Hissao Kawata traz duas matérias nesta edição. Conheça o FlameRobin, ferramenta  open source voltada exclusivamente para a administração e manipulação de bancos de dados Firebird. Saiba como fazer procedimentos cotidianos como manipulação de tabelas, stored procedures, views, backup, restore, geração de script DDL e dados para testes. Em sua outra matéria, o autor aprofunda um importante tema sobre uma tecnologia que agora está presente na vida dos desenvolvedores Delphi, através do Prism. Estamos falando do WPF, Windows Presentation Foundation, tema que temos trazido com frequência aqui na revista. Nesta edição, o leitor verá como trabalhar com a personalização de aplicações, usando estilos e templates.
          Ainda nesta edição, temos um artigo sobre uma interessante ferramenta que pode facilitar muito a vida dos desenvolvedores Delphi que necessitam criar soluções para Web. O Morfik, que usa uma linguagem baseada no Object Pascal, permite criar soluções Web de última geração, com interfaces ricas, exigindo o mínimo de esforço e codificação por parte do
s
desenvolvedores, mesmo aqueles menos experientes no desenvolvimento para a plataforma Web.
          O Vitor Rubio continua a série de artigos que trata do uso de Bancos de Dados Gratuitos, mostrando aos programadores Delphi que existem outras excelentes soluções free além do já consagrado e consolidado Firebird. Mesmo os bancos mais robustos, como o Oracle e SQL Server, possuem versões Express que podem ser usadas livremente em aplicativos Delphi. Inclusive, para soluções Web, onde por exemplo o SQL Server é uma ferramenta mais indicada. Além destes bancos, temos ainda uma outra grande opção, o DB2 Express, da IBM, que assim como  o Oracle, roda em várias plataformas.
          Certamente o leitor já deve ter se deparado, seja no C# ou mesmo o Delphi Prism, com uma Expressão Lambda. Nós como desenvolvedores Delphi, em um primeiro contato, não temos como negar que a expressão é bastante estranha, principalmente para quem não está acostumado com o uso de delegates e métodos anônimos. E como o uso desse tipo de construção está se tornando um padrão na plataforma, nada melhor do que compreender como surgiram e quando utilizar.

Lista completa dos artigos da edição:

Conheça as novidades da Nota Fiscal Eletrônica 2.0
Jederson Zuchi

Conheça o FlameRobin, ferramenta gratuita para administração de bancos de dados Firebird
Fabrício Hissao Kawata

Personalizando aplicações WPF no Delphi Prism
Fabrício Hissao Kawata

Conheça o Morfik, IDE para desenvolvimento Web usando Object Pascal
Carlos Eduardo Paulino

Bancos de Dados Gratuitos – Parte 2
Vitor Luiz Rubio

Expressões Lambda
Paulo Quicoli

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como trabalhar com métodos de extensão no Delphi
Guinther Pauli

Conheça a FPSpreadsheet, biblioteca para manipular planilhas
Felipe Monteiro de Carvalho

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como manipular planilhas e documentos no Delphi XE (Win32) e Delphi Prism XE (.net)
Guinther Pauli




Revista ClubeDelphi 131


O Delphi 3 trouxe uma tecnologia muito interessante chamada ActiveX Forms. A ideia era criar formulários Delphi que eram compilados em forma de DLL / OCX no padrão ActiveX / COM, que podiam ser então embutidos em páginas HTML com WebBroker. O resultado eram forms ricos embutidos (embedded) dentro de páginas, com interatividade muito maior que as páginas pobres e estáticas da época. Não era necessário conhecer detalhes sobre desenvolvimento Web, desenvolvíamos como na VCL, e num passe de mágica lá estava nossa aplicação dentro de um browser. Mais de 10 anos depois eis que surge uma ideia bastante semelhante.
  Um dos pilares do .NET Framework 3.0 foi o WPF, uma tecnologia que unifica a forma como desenhamos interfaces de usuário, com uso de recursos avançados de processamento gráfico. O WPF utiliza como base uma linguagem chamada XAML - eXtensible Application Markup Language, uma linguagem declarativa baseada em XML. Apesar de ser mais indicado para construção de aplicações que exigem interfaces mais rebuscadas e arrojadas, como as que rodam em dispositivos com reconhecimento a toque, muitos desenvolvedores começaram a utilizar a tecnologia para o desenvolvimento de aplicações Desktop, inclusive comerciais. Isso porque o framework possui bem mais recursos visuais que o seu ancestral Windows Forms. Nesse sentido, o WPF é concorrente direto da VCL Win32 do Delphi.
Silverlight é um framework para desenvolvimento RIA – Rich Internet Application, baseado no WPF / XAML. É também um plugin cross-browser, cross-platform, que permite executar “mini aplicativos” dentro de um browser. Veja que, apesar de rodar dentro de um browser, o conceito é bem diferente de uma aplicação Web. Aplicações Web, como as feitas com ASP.NET e AJAX, geram código HTML puro, com JavaScript e CSS. Nada de plug-ins ou instalações adicionais. Isso roda em praticamente qualquer dispositivo que tenha um browser (PC, Mac, SmartPhones, Consoles). Já o Silverlight roda em vários browsers, mas depende do plug-in, incluindo obviamente o IE, Google Chrome, Firefox, além de rodar em outros sistemas como Mac (Safari) e Linux, graças à implementação do Silverlight para a plataforma Mono. Além disso, o Silverlight é a tecnologia padrão para desenvolvimento para o Windows Phone 7, plataforma que entra no mercado para concorrer diretamente com o iOS da Apple (que roda no iPod, iPhone e iPad) e Android da Google.
  É claro que desenvolver com Silverlight é bem mais simples do que desenvolver aplicações Web “nativas”, principalmente para desenvolvedores Desktop, como programadores Delphi, o que tem despertado a atenção de muitos. Ganha-se de um lado, perde-se de outro, a questão de escolha depende muito das circunstâncias e objetivos. O fato é que hoje é possível desenvolver aplicações WPF e Silverlight usando Delphi Prism, e isso nos abre um leque muito grande de opções. Silverlight com Prism é o tema da matéria do Fabrício Kawata, que você irá conferir nesta edição.

Lista completa dos artigos da edição:

Introdução ao Silverlight
Aplicações RIA no Delphi Prism XE
Fabrício Hissao Kawata

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como utilizar os recursos de Data Binding e execução Out Of Browser com Silverlight 4 e Delphi Prism
Guinther Pauli

Introdução ao WPF
Aplicações Windows Presentation Foundation no Delphi Prism XE
Fabrício Hissao Kawata

Bancos de Dados Gratuitos
Componentes de conexão
Vitor Luiz Rubio

Lookup Personalizado
Construindo um componente para substituir os tradicionais lookups
Vitor Luiz Rubio

Delphi Prism
XML, Web Services, LINQ, Lambda e ADO.NET
Rodrigo Araujo

VÍDEO
Veja nesta vídeo aula como utilizar AJAX com Delphi Prism usando ASP.NET AJAX com ScriptManager e UpdatePanel, ASP.NET AJAX Control Tool Kit e Web Services com JavaScript
Guinther Pauli

FPVectorial
Uma biblioteca de gráficos vetoriais
Felipe Monteiro de Carvalho