quarta-feira, 6 de abril de 2011

Revista Easy .NET Magazine 10

A Revista Easy .NET Magazine, publicação voltada para os desenvolvedores iniciantes na plataforma .NET, chega a sua décima edição! Este mês, trago uma matéria especial que inicia um mini-curso voltado aos desenvolvedores Delphi que pretendem aproveitar seus conhecimentos para desenvolver aplicativos para Web com Visual Studio, C# e ASP.NET.

Lista completa de artigos e vídeos da edição:

XSD
Validação de arquivos XML
Vladimir Rech

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como utilizar os blocos de construção using e try finally do C#, úteis para proteger a alocação e liberação de recursos em memória

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como utilizar a linguagem LINQ to XML para consultas em arquivos XML

Windows Phone 7
Navegação de páginas
Alexandre Tadashi Sato

C#, Visual Studio e ASP.NET
Crie uma aplicação completa passo a passo – Parte 1
Guinther Pauli

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como utilizar o SQL Server Management Studio Express para realizar operações básicas em banco de dados

AJAX Control Toolkit
Conheça os controles Seadragon, AsyncFileUpload e HTMLEditor
Erysson Batista Barros de Souza

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como instalar e utilizar recursos básicos do AJAX Control Tool Kit

Boa Leitura!

Guinther Pauli
Editor Geral

Revista ClubeDelphi 128

A migração já pode ser considerada uma fase natural do ciclo de vida de um software. Seja migrar de uma arquitetura para outra, por exemplo, de client/server para multicamadas, ou de plataforma, Win32 para .NET. Sistemas Desktop passam para a Web / nuvem, ou para Smartphones. Migrações mais radicais podem significar também o abandono completo da linguagem e ferramenta de desenvolvimento, por exemplo, a adoção do Visual Studio e C#. Independentemente da migração, sair portando toda a aplicação de uma única vez pode se tornar um desafio muito grande para a equipe de desenvolvimento, o que envolve muitos riscos. É necessário conhecimento técnico na plataforma destino, são necessários prazos, existem custos, e o risco de fracasso deve ser analisado. A arquitetura de um projeto pode fornecer preciosas pistas de como o software pode ser migrado. Uma aplicação multicamadas pode ser migrada no estilo horizontal. Uma camada servidora toda pode ser portada de Win32 para .NET, por exemplo, de DataSnap para WCF. As aplicações clientes através de padrões de interoperabilidade, como XML, continuam a funcionar sem alterações, até que também sejam migradas (por exemplo de VCL para Silverlight). Outro tipo de migração é a vertical, ideal para soluções modularizadas. Migra-se o servidor e cliente, porém apenas de uma determinada parte da solução. O conhecimento adquirido nesta etapa pode servir para os outros módulos. É importante analisar as vantagens e desvantagens de cada estratégia, e escolher aquela que melhor se adapta às necessidades da empresa. É exatamente nesse ponto que entra em cena um importante recurso da programação: a Interoperabilidade. Por anos a plataforma Microsoft procurou oferecer os mais diversos tipos e tecnologias para promover o diálogo entre diferentes plataformas: DLLs “puras”, DDE, COM, COM+ etc. Tecnologias mais modernas baseadas no .NET facilitam muito a vida do desenvolvedor, principalmente porque tudo é baseado nas especificações CLS e CTS. Em quase todos os cenários, interligar Win32 e .NET se tornou uma necessidade, seja em estratégias de migração horizontal ou mesmo para interligar diferentes aplicações de diferentes fabricantes / empresas. Este é o tema de destaque desta edição da ClubeDelphi, onde o Vitor Rubio mostrará como promover a comunicação entre as plataformas Win32 e .NET usando diferentes técnicas de programação.
Ainda nesta edição: confira na matéria do Jederson Zuchi um especial sobre a nova API de Trace do Firebird 2.5, permitindo que o desenvolvedor / DBA monitore o que ocorre no BD. O Rodrigo Araujo traz dois artigos para os desenvolvedores Delphi Prism. Já domina o Delphi Win32? Veja que outros interessantes recursos temos no compilador do Prism, e conheça o Visual Studio comparando ao que já conhece no RAD Studio. O Fabricio Kawata traz uma excelente solução nesta edição: veja como é simples criar uma solução de arquitetura baseada em DataSnap que tem diferentes interfaces clientes, por exemplo, uma Web e outra Desktop, compartilhando o mesmo acesso a dados e regras de negócio. Confira também como é simples trabalhar com documentos XML se forem tratados como objetos, usando XML Data Bindings, na matéria do Jéfferson Zuchi.

Lista completa de artigos e vídeos da edição:

A evolução das tecnologias multicamadas
Daniel Sobrinho Laporte

Interoperabilidade
Integre projetos .NET e Win32
Vitor Luiz Rubio

Veja nesta vídeo-aula como promover a interoperabilidade entre aplicações Delphi Win32 usando as tecnologias baseadas em COM

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como promover a interoperabilidade entre aplicações Delphi e C# na plataforma .NET

Trace API do Firebird 2.5
Faça a auditoria do que acontece com o banco de dados
Jederson Zuchi

Delphi Prism
Melhorias da linguagem – Parte 2
Rodrigo Araujo

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como utilizar construtores estendidos, um recurso interessante e poderoso do Delphi Prism

DataSnap no Delphi XE
Conectando um mesmo servidor de aplicação a partir de clientes Web e Desktop
Fabrício Hissao Kawata

XML Data Binding
Manipule arquivos XML de forma fácil e rápida
Jéfferson Ricardo Zuchi

Descrição: Veja nesta vídeo-aula como utilizar XML para integrar aplicações Win32 e .NET

Visual Studio vs. RAD Studio
Comparativo entre os IDEs, para desenvolvedores Delphi Prism – Parte 2
Rodrigo Araujo

Programação Android
Free Pascal no sistema do Google
Felipe Monteiro de Carvalho

Boa leitura!

Guinther Pauli
Editor Geral

Revista .net Magazine 84

O Twitter tem quase 200 milhões de usuários, é a maior rede social em seu gênero (microblogging), foi criado em 2006 por Jack Dorsey (@jack). A ideia por trás da ferramenta era simplesmente ser uma plataforma para compartilhamento de status que coubessem dentro de 140 caracteres. Mas seu propósito é bem mais ambíguo. Pergunte para 10 pessoas diferentes para que serve o Twitter e você terá 10 respostas diferentes. Famosos mantêm seus fãs informados sobre o que estão fazendo, empresas divulgam seus novos produtos e lançam campanhas online, e podem receber feedbacks instantâneos, governos caem, celebridades surgem do dia para noite. Para muitos, infelizmente a influência de uma pessoa não se mede mais pelo seu caráter, reputação ou conhecimento, mas pelo seu número de followers. Emissoras de TV usam a ferramenta para aumentar a audiência, e a medem também através dela. Podemos seguir quem nos interessa, ao mesmo tempo em que temos seguidores interessados no que fazemos e dizemos. Isso também serve para empresas direcionarem seus anúncios para um nicho de mercado, e não para massas, política que tornou o Google uma gigante, e certamente o Facebook também. Outros serviços se conectam ao Twitter para manter status atualizados, e atualmente praticamente tudo o que fazemos vai parar no Twitter. O crescimento da ferramenta é inversamente proporcional a sua privacidade. Como já previam alguns especialistas há alguns anos, como Jeff Jarvis, o mundo um dia seria “ao vivo”, e isso foi exatamente o que o Twitter proporcionou. Falar de todas as possibilidades que o Twitter traz exigiria uma revista inteira, talvez um livro ou mais. O certo é que, mais cedo ou mais tarde, desenvolvedores precisarão integrar suas aplicações .NET com a maior ferramenta de microblog do planeta. Este é o tema em destaque desta edição, na matéria do Rodrigo Sendin e Angelo Mestriner Rampazo, que apresentam a biblioteca TweetSharp.
Ainda nesta edição, o Anderson Santos Gusmão apresenta o recurso de Delegates na plataforma .NET, com a linguagem C#. Quando se projetam frameworks, geralmente o recurso é utilizado para criar pontos de incisão de comportamento onde não seria possível usar polimorfismo. Flexível mas perigoso, então é bom saber onde usar. O Juan Lopes fala de um assunto extremamente interessante, Reflection. O mecanismo que permite que obtenhamos informações sobre tipos em tempo de execução, apesar de lento, é amplamente utilizado em várias áreas do desenvolvimento, principalmente em frameworks de persistência, tanto que o autor demonstra a construção de um exemplo nessa linha na parte prática do artigo. Na sessão Boas Práticas e Engenharia de Software também temos bons artigos. Guilherme Oenning apresenta o Behaviour-Driven Development – BDD no .NET. O Fabio Fernandes apresenta o uso de MSF for Agile com TFS. E o Fabio Meira fala sobre o Scrum.

Lista completa de artigos da edição:

ClickOnce
Rodrigo Sendin

TweetSharp
Biblioteca .Net para plataformas de microblogging
Angelo Mestriner Rampazo e Rodrigo Sendin

Desmitificando delegates
Para que servem? Onde aplicá-los?
Anderson Santos Gusmão

Reflection
Construindo uma Engine de Serialização
Juan Lopes

Behaviour-Driven Development
Como construir um software com BDD e o SpecFlow
Guilherme Oenning

MSF for Agile 5 e TFS 2010
Introdução ao MSF for Agile 5 e à principal ferramenta de ALM da Microsoft
Fabio Fernandes

Metodologias Ágeis
Uma proposta de processo de software utilizando o framework de gerência de projetos Scrum para o desenvolvimento ágil de software
Fábio Lúcio Meira

REST com WCF Data Services
Crie uma aplicação prática para consumo e exposição de dados
Marcelo Paiva

Boa Leitura!

Guinther Pauli
Editor Geral